Hoffman, Jussara – Avaliar:Respeitar primeiro educar depois – parte 4

Síntese: Educar primeiro respeitar depois – Jussara Hoffman – parte 4

Capítulo 20 – Brasil, um país de leitores ? – Poucos brasileiros lêem livros para se distrair ou pelo prazer de ler. Não se pode pedir para que  crianças se torne leitores, se  a sociedade não lhes oportunizar o prazer da leitura. É urgente “ensinar a gostar de ler”.

Capítulo 21 – Aprender a ler ou gostar de ler ? – Romances, poesias, filmes, fotografias,propagandas,cartazes publicitários, obras de arte, esculturas, são textos para se imaginar, para as recriar, para sonhas. Para gostar de ler é preciso entender as metáforas, ler para  viver e reviver o que somos e sentimos.

Capítulo 22 – Por uma mudança efetiva na avaliação – A questão da exclusão é reflexo da avaliação classificarória, embora tenha o discurso de uma escola inclusiva a escola não está preparada para mais acessos  e permanência dos alunos.

Muitos professores evoluíram em suas concepções e efetivam uma avaliação formativa/mediadora da aprendizagem dos alunos .

A formação mediadora tem por objetivo salientar a importância do professor em observar o aluno e mediar, ou seja refletir sobre as melhores estratégias pedagógicas possíveis, no sentido de promover  sua aprendizagem.

Avaliação contínua significa sequência, processo, gradação, e autovaliação significa o educando acompanhar seu próprio processo de construção do conhecimento.

Capítulo 23 – Práticas avaliativas e instrumentos de avaliação – As provas permanecem porque são instrumentos avaliativos, muito importante no processo de investigação do desempenho do aluno. O que não pode ser feito dela como único instrumento com a finalidade de verificar e registrar se o aluno aprendeu ou não.

A avaliação é uma atividade ética e nos envolve como seres humanos. Revelam nossas posturas perante a vida.

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Projeto didático: Confabulando com fábulas -18

Plantas na Alemanha

Projeto didático confabulando com fábulas 18

Para saber mais sobre as fábulas – pesquisando suas origens

De onde vieram  as fábulas?

Esse gênero de texto tem aproximadamente 2800 anos. Contar história é uma das formas mais antigas de comunicação entre nós. Já se conta história mesmo antes da invenção da escrita.

Segundo estudiosos do assunto, as fábulas vieram do Oriente, mais precisamente da Índia ( por volta do século VIII  a.C.). De lá teria seguido para a Pérsia, a China e o Japão. Somente no século VI a.C., elas teriam chegadoà Grécia e depois em Roma, por meio de Esopo.

As fábulas foram um dos primeiros jeitos de contar histórias de que se tem notícias.  Esopo foi o primeiro a realizar registro por escrito, depois de muitos séculos elas foram reelaboradas, e Jean La Fontaine, fez os registros das fábulas em forma de versos , dando-lhes características mais poéticas. No Brasil um dos mais famosos é Monteiro Lobato.

Observação este texto pode ser lido pelos alunos e conversar sobre a origem das fábulas.

Atividade para o 4º ano do ensino de 9 anos do fundamental I

Material de apoio Caderno de apoio e aprendizagem livro do professor 4º ano – projeto ler e escrever SMESP.

Hoffman, Jussara – Avaliar: Respeitar primeiro educar depois parte 3

Síntese- Avaliar: Respeitar primeiro educar depois – Jussara Hoffman – parte 3

Capítulo 12 – Mãe passa pela minha escola?- A melhor escola paara cada criança ou jovem é aquela onde revelam estar felizes, tornam-se confiantes em sua capacidade de aprender.

Pais educam, formam hábitos e valores. Escolas ensinama aprender e a aprender a conviver socialmente. Boas escolas são espaços sociais de convivência, de brincadeira, onde esducadores  estão disponíveis para descobrirem o melhor.

Capítulo 13- Relatório de Avaliação 1 :Compreender e compartilhar histórias.- Na perspectiva mediadora da avaliação acompanha-se para “entender, observar a evolução, refazer o processo junto com o aluno propor-lhe novos desafios(mediação)” A avaliação mediadora estabelece um caráter multidimensional e subjetivo. É a memória construída do professor, ocorre um diálogo efetivo entre professores alunos, família.

Capítulo 14 – Relatório de avaliação 2: do agir ao pensar na formação docente. O exercício de observar, anotar e refletir ao longo do cotidiano escolar transforma o fazer pedagógico do professor e de toda a escola.

Capítulo 15 – Avaliação mediadora é formativa ? – A perpectiva mediadora tem por aprofundamento o princípio da avaliação contínua, formativa. O papel mediador do professor é essencial a uma prática não classificatória. Mediação é interpretar, diálogo, interlocutor, para Piaget, o mediador é aquele que promove desequilíbrio, conflito, reflexão e resolução de problemas. Vygotsky, o mediador é aquele que leva em conta as potencialidades, novas situações e superações.

Capítulo 16 – Educar primeiro para não aprisionar depois! – La Taille diz que a escola não e a única instituição social responsável pela educação moral de crianças e jovens porque a família tem muito peso, mas que por isso os valores presentes podem atrapalhar muito a vida dessa crianças.

Capítulo 17 – Infância atropelada -Mais tempo para alfabetizar não significa alfabetizar melhor. Uma alfabetização plena extrapola os limites da leitura e da escrita.

Capítulo 18 – Dizer não ou educar para o não? – É preciso estabelecer a diferença entre exercer a autoridade na formação de limites e ser autoritário, entre “dizer não” e “educar para o não”.

Capítulo 19 – Leitura e avaliação: nas entrelinhas dos textos e contextos – Alunos que não lêem ou escrevem são problemas de todos que se dizem professores. Avaliar é tão mágico quanto ler. Ao avaliar nos transformamos em leitores de sujeitos, de sues textos e contextos ( contunua).

Hoffman, Jussara – Avaliar: Respeitar primeiro, educardepois parte 2

Síntese: Avaliar: Respeitar primeiro, educar depois – Jussara Hoffman, Porto Alegre, Mediação – 2008 parte 2

Capítulo 6 Professor sem stress? – Desde o século XX, luta-se pela escola inclusiva, para todas as crianças e jovens brasileiros. Alcançou-se umaumento considerável de vagas em escolas públicas, aumentando o número de alunos por sala,vindas de diferentes camadas sociais, exigindo mais dos professores, atualmente pédem socorro, pois necessita de melhores condições de trabalho, formação continuada em serviço, condições de vida melhore valorização profissional.

Capítulo 7 -Volta às aulas, alunos ou pessoas, professor? – Formar pessoas implica em resgatar suas histórias de vida, conversando com os alunos em sala e fora dela sobre suas vidas e aprendizagem. É necessário pensar em espaços, tempos  e maneiras de estabelecer vínculos significativos com os alunos da escola.

Capítulo 8- Tempo de admiração e não de reprovação – Os caminhos das aprendizagens não são lineares, cominício, meio e fim. Avaliar em educação significa as mudanças, de aprender a ler e escrever. Ninguém aprende sozinho.

Capítulo 9 – Acesso ou permanência? – Qualidade em educação não significa apenas propiciar escolarização, mas acesso, aos bnes culturais da sociedade, acesso à cidadania, acesso à universidade, acesso a uma profissão. Significa dessa forma em permanência.

A avaliação permite oferecer uma orientação efetiva a cada aluno.Recuoerar é sinônimo de mediar, deve ser uma proposta no dia a dia da sala de aula, a partir da observação curiosa, da investigação sobre o que os alunos ainda não compreenderam o que ainda não produziram.

Capítulo 10 – Entourmação – Organizar uma sala homogênea é um grande equívoco e é inócuo em termos de processos de aprendizagem. Trinta alunos em sala significa 30 interpretações diferentes de uma mesma poesia.

A escola da contemporaneidade nã pode dar margensao estabelecimento de fronteiras de relacionamentos interpessoais.

Capítulo 11- A escola quer alunos diferentes? – A evolução intelectual não acontece sem o tentar, errar, fazer e refazer, provocar a diversidade do saber, do agir, do pensar, expressar, buscando variabilidade didática, perseguindo-se  uma ação pedagógica diferenciada. ( continua)

 

 

Hoffman, Jussara, Avaliar, respeitar primeiro, educar depois parte 1

Sintese do Texto Avaliar, respeitar primeiro, educar depois . Porto Alegre Mediação, 2008. parte 1

O livro está dividido em vários temas onde o fio condutor são os estudo sobre avalação, foram escritos em diferentes períodos, tendo como foco principal o papel mediador do professor no processo de avaliação educacional (teorias de Paulo Freite, Piaget e Vygotstky.

Capítulo 1. Respeitar primeiro, educar depois – aproximação entre família, escola,governo e sociedade civil, respeitar o aluno, na avaliação é preciso “pensar de forma diferente”, o professor deve estabelecer uma permanente reflexão sobre a prática.

Capítulo 2 – Peocura-se professores – revalorizar a imagem , devolvendo o orgulho da profissão de educador, muito desvalorizado e criticado nas grandes mídias, onde a família coloca a educação de seus filhos inteiramente nas mãos dos professores. É necessário revalorizar a imagem, sendo uma questão de rspeito e de dignidade.

Capítulo 3. Um passo para a frente e dois para trás – Vivemos em tempos de muidanças, mas a escola permanece igual conservadora. Quando os professores não entendem o significado das inovações, será natural que a resistência ocorra, por que todos gostam de mudar mas não gostam de ser mudados. Logo não se pode ensinar ao professor o que ele precisa aprender, proque a aprendizagem significa reconstrução próprias de cada profissional.

Efetivar mudanças significativas em educação exige um duplo compromisso de gestores e formadores: o de mobilizar à discussão de suas práticas e concepções bem como o de mediar a construção de novos saberes.

Capítulo 4. Um apagão na educação – A escola vive um verdadeiro apagão na educação. A falta de professores, desvalorização e má qualificação, falta de escolas / escolas sucateadas, falha de equipamentos,salas de aula lotadas de alunos, onde impera um ambiente de indisciplina ( más condições do ambiente escolar).

Enquanto o discurso é uma escola inclusiva, a realidade mostra o abandono dos alunos, onde não há a possibilidade do acompanhamento de todos os alunos nas suas aprendizagens, além do descaso  coma a qualificaçãoe  formação do corpo docente, ausência de reuniões pedgógicas, a falta de ações do fomento à leitura e a recursos tecnológicos na escola.

Capítulo 5 Os pais na escola: participar ou decidir? – A qualidade do ensino nas escolas não depende dos pais ou de uma “cobrança”, mas a atuação competente dos profissionais que alia tuam, somada à adequada infraestrutura das instituições; quaisquer reformulações pedagógicas devem ser decididas pelos profissionais da educação, embasadas em fundamentos teóricos consistentes. Resgatar a credibilidade da sociedade quanto à competência dos professores é uma condição necessária para qualquer avanço. Pais e professores devem redefinir que lhe de fato lhes cabe na luta por uma educação de qualidade para milhares de crianças e jovens deste país. ( continua)

Sequência didática: Ciência na cozinha -1( como nos alimentamos?)

Suave perfume na cozinha...

Suave perfume da cozinha

Sequência didática: Ciência na cozinha-1( como nos alimentamos?)

Justificativa da atividade: estamos a um mês e alguns dias para o período de recesso escolar, os projeto Horta está em andamento e sobre como produzimos e como nos alimentamos está quase encerrando.

Neste momento vamos estudar e termos um olhar sobre a cozinha de um jeito diferente,é onde a professora os alunos e outras pessoas da família experimentam, o cheiro e o gostos dos alimentos feitos lá em cada cozinha de cada aluno, ajuda a entender de forma interessante o mundo que nos cerca, pois somos o que nos alimentamos.

Sensibilização: Leitura de um texto

“Qual é o lugar mais importante da sua casa?” Eu acho que essa é uma boa pergunta para início de uma sessão de psicanálise. Porque quando a gente revela qual é o lugar mais importante da casa, a gente também revela o lugar preferido da alma. Nas Minas Gerais onde nasci o lugar mais importante era a cozinha. Não era o mais chique nem o mais arrumado. Lugar chique e arrumado era a sala de visitas, com bibelôs, retratos ovais nas paredes, espelhos e tapete no chão. Na sala de visita as cria~ças se comportavam bem, eram só sorrisos e todos usavam máscaras. Na cozinha era diferente era a gente mesmo, fogo fome e alegria.”

(Trecho de A cozinha. Rubem Alves, Correio Popular, 19 de março de 2000. Caderno C. obtido  no livro de Ciências do 6º ano do ensino de 8 anos do ano de 2003, sem capa sem o referencial do autor do livro.

Após a leitura do trecho do texto abrir uma roda de conversa onde os alunos vão relatar como é estar na cozinha e sentir os vários cheiros de alimentos bons ou ruins, a professora também pode relatar sobre a cozinha em sua infância quando não existiam alimento pré prontos ou de fast food, que tudo era feito em casa.

Neste momento estaremos estudando os temperos e conservas de alimentos. Atividade para todos os anos do ensino fundamental I

Projeto didático: Confabulando com fábulas -16

Cegonha - MInas de São Domingos

Image via Wikipedia

Projeto didático : Confabulando com fábulas -16

Conhecendo mais de perto as personagens e oss conflitos nas fábulas

A proposta visa a elaboração de hipóteses sobre os personagens e conflitos de algumas fábulas escolhidas pelos alunos, anotar tudo no quadro, para retomar após a leitura das fábulas e discutir a validade de cada um.

Lembrete: As  características das personagens de uma fábula sempre ajudam a elaborar a história, e quase todos  tem personagens animais, outros são seres humanos interagindo com algum animal ou não, exemplo: O menino e o lobo, ou sem animais A menina do leite.

Nesta atividade a professora pode selecionar algumas fábulas já lidas e relacionar com características importantes para desenvolver a história, escolha 4 ou 5 fábulas escreva o título de cada fábula e pedir para os alunos enumerar e escrever as características importantes e conflitos.

Como exemplo: A raposa e a cegonha – A primeira tem focinho curto e a segunda tem bico longo.

O lobo e a cabra: o primeiro é conhecido por ser carnívoro e feroz e o segundo, um animal mais dócil e frágil.

Atividade adequada para o 4º ano do ensino de 9 anos.

Adaptação de atividade do caderno de apoio e aprendizagem língua  portuguesa 4º ano livro do professor – Projeto Ler e escrever SMESP

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