Pensadores da educação e seus estudos -dicas parte 1

Relação do que é estudado com os autores de cada metodologia ou obras escritas em educação:

Emília Ferreiro – A desestabilização das escritas silábicas: alternâncias e desordem com pertinências – está relacionada às hipóteses de escritas que uma criança realiza – pré silábico, silábico  sem com valor  sonoro, silábico com valor sonoro, silábico alfabético e alfabético.

 

Délia Lerner – Como o trabalho compartilhado entre os docentes favorece o aprendizado dos alunos  – está ligada aos projetos didáticos e sequências didáticas que levam o aluno a ler e a escrever.

 

Patrícia Sadovsky –  A relação entre os sentidos e as operações matemáticas – no caso as situações problemas nos campos aditivos e multiplicativos, como o aluno resolve a situação problema num primeiro momento não convencional e suas trajetória até as operações convencionais.

 

Charles Hadji – A avaliação e o fracasso escolar – avaliação continuada, avaliação formativa, a avaliação deve levar ao sucesso escolar de uma criança.

 

Isabel Solé – Estratégias de leitura – várias formas de levar a criança a ler – ler por prazer, ler para aprender, ler para estudar, sequências didáticas  em leitura.

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A importãncia do projeto didático – estudo parte 1

Objetivos:

tornar a criança como protagonista da própria aprendizagem;

– elaborar, conjuntamente com a turma, algumas propostas a serem desenvolvidas;

– experimentar, na prática, a construção coletiva de um empreendimento, o que tende a fortalecer o espírito de grupo.

– construir algumas certezas compartilhadas  e discutir incertezas;

– contextualizar as propostas, o que é sempre uma vantagem pedagógica;

– aproximar a” versão escolar” e a” versão social” de práticas e conhecimentos tomados como conteúdos e planeja situações didáticas que se assemelham  ao que acontece fora da escola.

-Responder ao mesmo tempo a objetivos didáticos e objetivos da realização  do aluno, nem sempre soincidentes;

– o trabalhar a favor de dois produtos ao mesmo tempo: o que é previamente definido   podem ser divididos em atividades sequenciadas, atividades permanentes, projetos e atividades ocasionais.

Material de apoio A criança de 6 anos no ensino fundamental I.

Para organizar o trabalho pedagógico no ensino fundamental – Rosaura Soligo parte 2

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Continuando o estudo sobre a rotina principalmente com crianças de 6 anos.

Recomendações para inserir a criança na participação de atividades:

– informar o que se pretende com a atividade, para que compreendam que as tarefas propostas responda a algum tipo de objetivo/necessidade.

-prepará-las antes de introduzir qualquer mudança ou novidade na rotina, não só em relação às propostas de atividades, mas também a organização dos espaços, a utilização dos materiais, as formas de agrupamentos, ao tipo de intervenção, etc. – tudo o que não é familiar causa estranhamento e tende a produz uma agitação.

-apresentar as atividades de maneira a incentivá-las a dar o melhor de si mesmas e a acreditar que sua contribuição é relevante para todos.

-criar um ambiente alfabetizador , favorável para aprendizagem, bem como ao desenvolvimento de autoconceito positivo e da confiança de sua própria capacidade de enfrentar desafios.

As atividades devem ser os mais simples possíveis de fácil  entendimento para as crianças de 6 anos.

Estudo sobre o ensino e organização das crianças de 6 anos.

Material de apoio crianças de 6 anos no ensino fundamental SMESP.

Para organizar o trabalho pedagógico no ensino fundamental – Soligo, Rosaura Parte 1

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Estudo para organizar o trabalho pedagógico noensino fundamental no caso para os alunos de 6 anos e também  está sendo utilizado paras os demia s anos do ensino fundamental.

Paras as crianças de 6 anos a ritona é importante para que ela seja introduzida em um ambiente alfabetizador pois permite que a criança possa organizar as suas ações de acordo com a rotina diária que vão ter em sala de aula.

Rotinas: ainda que tenham estruturas parecidas, são sempre diferentes, e cada um deve ter um toque específico para o qual foi elaborada e a história do trabalho realizado.

O planejamento das rotinas é algo a ser inventado periodicamente, isto envolve os conteúdos de ensino do momento em que está sendo planejado, o critério de seleção dos conteúdos, sobre as formas de trabalhar didaticamente com eles, sobre o conhecimento que têm seus alunos.

a rotina é um espaço de intervenção pedagógica do professor e uma forma de organizar o tempo de aprender das crianças.

Ao planejar as rotinas, o professor percorre um caminho de elaboração teórica, de produção da teoria, da teoria de seu própriotrabalho. Assim o plenejamento é recriado continuamente a partir de sua análise, de um processo de avaliação docente qque indica até onde as propostas, as intervenções já realizadas estão atendendo aos objetivos e até mesmo se estes estão ou não adequados.

A rotina permite inserir a criança nas atividade,o que favorece o bom andamento das coisas e a organização de tempo.

Material de estudo A criança de 6 anos no ensino fundamental – SMESP.