Pensadores da educação e seus estudos -dicas parte 1

Relação do que é estudado com os autores de cada metodologia ou obras escritas em educação:

Emília Ferreiro – A desestabilização das escritas silábicas: alternâncias e desordem com pertinências – está relacionada às hipóteses de escritas que uma criança realiza – pré silábico, silábico  sem com valor  sonoro, silábico com valor sonoro, silábico alfabético e alfabético.

 

Délia Lerner – Como o trabalho compartilhado entre os docentes favorece o aprendizado dos alunos  – está ligada aos projetos didáticos e sequências didáticas que levam o aluno a ler e a escrever.

 

Patrícia Sadovsky –  A relação entre os sentidos e as operações matemáticas – no caso as situações problemas nos campos aditivos e multiplicativos, como o aluno resolve a situação problema num primeiro momento não convencional e suas trajetória até as operações convencionais.

 

Charles Hadji – A avaliação e o fracasso escolar – avaliação continuada, avaliação formativa, a avaliação deve levar ao sucesso escolar de uma criança.

 

Isabel Solé – Estratégias de leitura – várias formas de levar a criança a ler – ler por prazer, ler para aprender, ler para estudar, sequências didáticas  em leitura.

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Orientações curriculares – Expectativas de aprendizagem para a Educação Étnico-Racial parte 1

Material que trabalha as questões étinico-racial para a educação infantil, ensino fundamental e médio.

Intrudução:

Este material é o resultado de um processo de construção de saberes e temáticas étnico racial em conjunção dialógica com vários setores da comunidade escolar.

Destaca-se a atuação dos movimentos sociais principalmente do movimento social negro de São Paulo.

A prefeitura de São Paulo tem a intenção de ter uma escola cidadã, mais inclusiva e socialmente justa, com todos os grupos sociais, em especial o segmento afro-brasileiro, tem sua história demarcada no tempo e no espaço.

Lei n} 10.639/03  e a Educação, estabelece a obrigatoriedade do ensino de história  e cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares em toda a rede de ensino público e privado. Seu conteúdo altera o artigo 26-A da lei nº9.394 ( Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) de 20 de dezembro de 1996.

Baseicamente esta lei sintetiza uma discussão de âmbito nacional e direciona as unidades educacionais para a proposição de atividades relevantes em relação ao conhecimento das diversas populações africanas, suas origens e contribuições para o nosso cotidiano e história num movimento de construção e redirecionamento cirricular e ação educativa, salientando a importâ

Sala São Paulo, em São Paulo, Brasil

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ncia do contexto e sua diversidade cultural.

 

Concurso de diretor e professor do ensino fundamental I da prefeitura de São Paulo

Existe a possibilidade de ocorrer o concurso de diretor e de professor do ensino fundamental I da prefeitura da cidade de São Paulo.

Algumas entidades já estão iniciando cursos preparatórios, por isso estarei também colocando esquemas, resumos e partes importantes do que poderá ser estudado no concurso. Alguns textos que estão postados para coordenadores também terão validade para que interessar.

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Para organizar o trabalho pedagógico no ensino fundamental – Rosaura Soligo parte 2

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Continuando o estudo sobre a rotina principalmente com crianças de 6 anos.

Recomendações para inserir a criança na participação de atividades:

– informar o que se pretende com a atividade, para que compreendam que as tarefas propostas responda a algum tipo de objetivo/necessidade.

-prepará-las antes de introduzir qualquer mudança ou novidade na rotina, não só em relação às propostas de atividades, mas também a organização dos espaços, a utilização dos materiais, as formas de agrupamentos, ao tipo de intervenção, etc. – tudo o que não é familiar causa estranhamento e tende a produz uma agitação.

-apresentar as atividades de maneira a incentivá-las a dar o melhor de si mesmas e a acreditar que sua contribuição é relevante para todos.

-criar um ambiente alfabetizador , favorável para aprendizagem, bem como ao desenvolvimento de autoconceito positivo e da confiança de sua própria capacidade de enfrentar desafios.

As atividades devem ser os mais simples possíveis de fácil  entendimento para as crianças de 6 anos.

Estudo sobre o ensino e organização das crianças de 6 anos.

Material de apoio crianças de 6 anos no ensino fundamental SMESP.

Mediação entre o texto e o aluno leitor

Alguns livros da colecção Uma Aventura.

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Considerando que a prática de Leitura se realiza como interação entre textos e leitores, há tarefas que todos os professores como mediadores de leitura precisam realizar antes , durante e depois da mesma.

Antes da leitura

– Levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto.

– Expectativa em função do suporte.

– Expectativa em função dos textos de capa, quarta-capa, orelha, etc.

– Expectativa em função da formação do gênero (divisão em colunas, segmentação do texto…).

– Expectativas em função do autor ou instituição responsável pela publicação.

– Antecipação do tema ou idéia principal, a partir dos elementos para textuais, como títulos, subtítulos, epígrafes, prefácios, sumários.

Antecipação do tema ou idéia principal a partir do exame de imagens ou de saliências gráficas.

-Explicitação das expectativas de leitura a partir da análise dos índices anteriores.

– Definição dos objetivos da leitura.

Durante a leitura

– Confirmação ou retificação das antecipações ou expectativas de sentido criadas antes ou durante a leitura.

– Localização ou construção do tema ou da idéia principal.

– Esclarecimentos de palavras desconhecidas a partir de inferências ou consultas a dicionários.

– Identificação de palavras- chave para a determinação dos conceitos veiculados.

– Busca de informações complementares em textos de apoio e subordinados ao texto principal ou por meio de consulta a encicloédias, internet e outras fontes.

– Identificação das pistas linguísticas responsáveis pela continuidade temática ou pela progressão temática.

Utilização das pistas linguísticas responsáveis por introduzir no texto a posição do autor.

-Identificação do leitor-virtual a partir das pistas linguísticas.

-Identificar referenciais a outros textos, buscando informações adicionais  se necessário.

Depois da leitura

– Como a idéia que o texto apresenta se relaciona com o leitor.

– Como as proposições sustentadas pelo autor se relaciona com o leitor.

– O tema abordado com a época.

– Compartilhar e avaliar as conclusões ou dúvidas que o leitor apresenta após a leitura, o que aprendemos ou o que precisamos aprender.

Material de apoio – Livro sobre concepção de leitora do Referencial  de leitura e escrita -SMESP.